domingo, 25 de novembro de 2007

Não sei bem...


...como lidar com tal situação. Já nada é o que parecia ser. A minha ingenuidade fala mais alto que a minha auto-estima; essa já nem marca presença ultimamente. Perdeu-se no caminho e agora não sei dela. Dizem que sorrir ajuda, mas estou farta de sorrir e ela não aparece!!! Que fazer? Gritar? Grito sim, se for preciso! Ora bolas, sou forte! Sei que sou! Não preciso de ninguém para mo dizer. Em tempos achava que sim, mas o tempo ensinou-me que não é bem isso...não tem de ser assim, mas...amigos fazem falta.
Mas para quê refugiarmo-nos tanto neles e não mais em nós?! A pessoa que nos conhece melhor somos nós: temos de contar com nós próprios, temos de lutar por nós e não pelos outros!
Tenho de lutar por mim...para mim.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Personalidade!


Basta ter uma forte personalidade pra tudo dar certo! Não precisamos de ter medo de errar, pois é com os erros que se aprende. Estamos numa aprendizagem constante; temos de demonstrar à sociedade tudo o que ela nos ensina. Ninguém aqui é parvo; todos têm consciência.
Vou deixar a ingenuidade de lado e vou mudar. Eles vão ver...!

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Eu não sou o elo mais fraco. Pronto, já o disse!


Uma conversa com a chuva como música de fundo, torna-a mais forte, temível, alertante; o tema era sério, preocupante e desgastante! Não aguentava mais ouvir os trovões afirmarem cada frase!! Tive medo! Medo que a conversa fosse sempre a mesma, medo que a música de fundo fosse sempre a mesma, medo de nem sequer haver conversa! Até que cheguei ao meu destino, mas a conversa seguiu na mente dela; os trovões acompanharam-nos.
Entrei; parecia um dia normal, um dia como todos os outros, como aqueles tais em que me sinto rodeada por obstáculos. Até foi fácil sorrir e parecer bem. Até foi fácil suportar a manhã...mas depois veio a tarde. Recebemos ameaça de bomba e foram momentos de pânico, choro e "despedidas". Alguém lamentou: "E o meu filho? Está sozinho!". E eu pensei: "E a minha mãe? Também está sozinha! O que é que eu faço aqui?! Porquê tudo isto, pra mim, pra ela?". E, calada, chorei. Tive tanto, mas tanto medo, que nem conseguia pensar correctamente. Pensava que não a iria ver mais, nem aos cães, nem à prima que está sempre lá. Até que a porta, que nos prendia a todos, foi aberta. Foi como que um peso tirado de cima de mim. E se eu tivesse mesmo ido pelos ares? Quem tomava conta dela, deles e até de mim? Os falsos? Ele? O outro? Aqueles?!
"Ouve-se do cais uma voz, perguntar se temos nós a certeza de voltar." Eu não tinha; só tinha medo. Medo, medo e mais medo. É a isto que se resume um ser humano? O tal ser predominante de quem tanto se fala, defende, elogia? O importante? Peguem numa mão deles e ponham-lhes gravatas bem coladas ao pescoço; prometem coisas que ficam sempre por cumprir... É na mão desse tipo de humanos que estamos?
Então desculpem, mas estou fora dessa! Não quero ir sem voltar; não me quero perder. Tenho comigo a "carta de mariar"; pra mim, pra elas, pra eles.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Uma fase...?!


À minha frente só vejo e sinto obstáculos. Tudo e todos me rebaixam. Não tenho valor nem para os outros, nem para mim; já não me consigo sentir importante, já não sei o que valho. Olho para tudo à minha volta e nada me satisfaz. É um choro calado que se apodera de mim.

domingo, 18 de novembro de 2007

Quem não está, não faz falta



Ultimamente tenho-me apercebido de que as pessoas vivem demasiado o futuro; o presente já não importa. Querem sempre mais e mais... Estão sempre a querer inovar e esquecem o valor das coisas; o que em tempos teve valor, perde-se agora nas lembranças escassas de cada um.
O mundo muda tanto diariamente, que nos obriga a mudar também; é tudo tão mais inseguro...

A melhor defesa é o ataque; não nos podemos esquecer de quem somos, nem perder a nossa dignidade. Deixamos que os outros nos tomem por marionetas e estamos "condenados"! Primeiro nós, depois o mundo.

Não há luta sem sonho, nem sonho sem luta. É assim que penso, sempre que dou de caras com uma nova etapa. Desistir é crime! Há que lutar pelos nossos objectivos; há que lutar por nós próprios.

(...)

Andava à procura de um certo tipo de "desculpa" para o ser humano, para mim... e encontrei a mais pura das verdades: o único modo de evitar os erros é adquirindo experiência, mas a única maneira de adquirir experiência é cometendo esses mesmos erros.
Somos tão diferentes, mas tão iguais... No final de tudo restará apenas o pó e as cinzas do que em tempos foi e não mais voltará. Chega de dedos apontados, chega!

Perdemos tanto tempo a dar tanto de nós aos outros; a nós é raro darem a mão, raro! E dói!... Mas... Quem não está connosco é porque realmente não faz falta. É apenas alguém que partiu, era esse o seu destino. Mas, mesmo sabendo que os outros não valem a pena, aproximamo-nos de novo, sem nunca aprendermos com a primeira queda de cabeça. E eu pergunto-me: porquê?, afinal de contas os parvos somos nós! Por perdermos tanto tempo a dar tanto de nós aos outros!...
Quem não está connosco, não faz falta! Não faz e ponto final.